quinta-feira, 26 de março de 2015

PL 882/15 - Projeto de lei de Jean Wyllys quer legalizar o aborto no Brasil

O PL 882/15 objetiva regulamentar o aborto no Brasil. De autoria de Jean Wyllys, o projeto enfatiza que o exercício da liberdade, intimidade e autonomia faz com toda pessoa tenha o direito de decidir de maneira livre a respeito de sua vida sexual e reprodutiva.

Conforme a proposta do deputado, o Estado promoverá o exercício pleno dos direitos sexuais e reprodutivos da população brasileira. Ademais, frisa que a interrupção voluntária da gravidez não é um instrumento de controle de natalidade.

De acordo com o texto, toda mulher tem o direito de realizar a interrupção voluntária da gravidez, realizada por médico e condicionada ao consentimento livre e esclarecido da gestante, nos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) e na rede privada.

Em regra, segundo o texto, a interrupção voluntária é possível nas 12 primeiras semanas do processo gestacional. Após o referido período, há outros casos previstos, tais como nas hipóteses de violência sexual e de riscos à gestante ou ao bebê.

A proposta discorre, também, sobre diversos procedimentos que devem ser seguidos em relação ao aborto, desde prévios a posteriores.

Percebe-se que o projeto vai além de regulamentar o aborto no país, abrangendo assuntos como políticas de educação sexual e reprodutiva e de assistência integral à saúde da mulher.

6 comentários:

  1. N vai passar, ainda mais projeto dessa anomalia política q é o Jean.

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  2. sem fundamento! ele tem é raiva de mulher!! não gosta de crianças só pode!! + ou - assim abram as pernas na balada, bebedeira, festa , namorado, e depois é só abortar o feto!!! aberração de pessoa! se aproveitando de indefesos! esse é uns dos piores politicos e uns dos que tem menos etica na historia da nação ainda é pago pelo erário publico!!!

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  3. Ótimo projeto, espero que os congressista analisem a situação com racionalidade. Há muitas mulheres morrendo no Brasil e sendo criminalizadas, sendo que os métodos contraceptivos não são 100% seguros. Sem contar que mulheres pobres pelo fato de terem filhos são discriminadas no mercado de trabalho, na sociedade e seus filhos, na maioria das vezes submetidos a uma vida de pobreza e marginalização. A criminalização do aborto no mundo deu início com a revolução industrial para garantir aos capitalistas o exército de mão de obra barata. Quanto a igreja, não há nas escrituras nenhum versículo que condene o aborto, mas, vale lembrar que os padres do império romano, os únicos que tinham acesso as escrituras na época, condenavam o aborto simplesmente para manter a força do exército romano para a conquista de outros povos. Quanto aos muçulmanos estes proíbem a prática com a intenção de formar um exercito de muçulmanos para coibir o cristianismo no mundo. Chega de usar a reprodução como meio de escravizar a massa.

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    1. "Não matarás" é bíblico amadinha.Mas legal tu buscar um argumento contra igreja bem "atual", parabéns

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    2. "Não matarás" é bíblico amadinha.Mas legal tu buscar um argumento contra igreja bem "atual", parabéns

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  4. Nossa!!!...Que bela teoria de conspiração! Imagino a que fontes você tenha recorrido, para formular ou repassar, estas idéias tão profundas. Quer dizer que, talvez houvesse nas escrituras algo a favor do aborto, que foi escondido pela igreja. Kkkkkkkkk...Tá sabendo bem de religião e espiritualidade! Impressionante!!! Kkkkkk

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